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Allegro Piano Bar - Ouro Preto.
Sylvio Emrich de Podestá e Marília Lila Dalva Carneiro
Se somos estatistica e realisticamente urbanos desaparece a formatação básica para se inserir um objeto em uma malha urbana canonísticamente falando, ou seja, devassem a terra para que o novo possa se apresentar como o novo. É claro que para alguns consagrados e para alguns lugares oficiais, abrem-se espaços memoriais, em esplanadas oficiais, expobrasil, minas ou pontas de cabo branco, terras planas e altiplanas, lisinhas,para que grandes objetos tenham paz na sua solidão institucional. Outros, mortais, convivem com apertos, bastando ver os brises spadonicos do novo prédio paulista que miram os antigos tijolos makenzianos (citadopelo batido das horas) ou pelo enterramento politicamente providencial do teatro da orquestra que se pretendia menos silencioso, mais arquitetura, menos adega, para citar apenas dois exemplos atuais.
Projetos Institucionais
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Livro com os projetos do arquiteto inteiramente disponível para consulta. [aqui] |
Publicações
Jornal JA (2002), Jornal 3 Arquitetos (1988), revista Vão Livre (1979), livro Desenho de Arquiteto I (1994), livro Casas: Sylvio de Podestà (2000), livro Projetos Institucionais (2001) e Sylvio de Podestà: projetos recentes (2008) interamente disponíveis para consulta.

















