Categoria: institucionais

2000: Edifício Sede da COHAB e SEHADU

Este tipo de projeto, mais do que outro, deve deixar explicitada sua relação com a cidade, sua melhor forma de inserção, onde a existência da arquitetura deve provocar o pensar, o discutir, representar sua época, sua história, fabricar seu patrimônio histórico, ser exemplo iconográfico. Deve carregar velhas e novas informações sugestionando as inserções vizinhas e mais, sugestionar a qualificação da sua própria atividade final.

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1999: Prêmio Usiminas Arquitetura em Aço

Projeto modular para concurso Arquitetura em Aço ara habitações familiares de baixo custo.

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1999: Edifício Patrimonial do CONFEA/DF

Para um novo prédio no terreno entre o CONFEA e o BRB, com caráter exclusivamente comercial, adotamos uma tipologia que o destacasse no contexto dos edifícios existentes na W-3 Norte, que tem volumetrias semelhantes em todo seu percurso, ou seja, caixas paralelepípedas com uma imaginosa procura por brises diferenciados, numa frustrada tentativa de se destacar nesta paisagem monótona.

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1997/08: Campo Belo Country Clube

O Campo Belo Country Clube foi projetado e construído no início da década de 80 como parte de um novo loteamento da cidade, vizinho à malha existente, tornando o clube rapidamente urbano.

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1996: Marco do Centenário de Belo Horizonte

Às vésperas da entrada do ano 2000, Belo Horizonte consolidava-se como importante centro produtor de tecnologia e serviços e um dos principais pólos culturais do país. A proposta de um marco comemorativo apresentada à Prefeitura de Belo Horizonte tem em vista a importância deste momento histórico para a cidade.

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1995: Centro Cultural Usiminas

Local: Ipatinga, MGÁrea: 3.200,00 m2Projeto: 1995Texto: Ângelo M. FahesAutores: Sylvio E. de Podestá, Saul Vilela e Eduardo Lascasas *3o Lugar em concurso promovido pela USIMINAS Procuramos conciliar as demandas dos três principais agentes que interagem no espaço a ser criado: a cidade, a empresa e o homem. Cada um destes agentes impõe requisitos e necessidades, […]

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1994: Projeto Trincheira

O Projeto Trincheira parte de uma premissa: Minas Gerais (ou o Brasil) não possui tradição em projetos de pontes, viadutos, etc. Estes elementos são quase sempre soluções de tráfego, projetos de engenharia, como os chamados “trincheiras”, que resolvem a questão dos cruzamentos, mas trazem consigo problemas sérios, como a deterioração das áreas adjacentes, complicação no trajeto de pedestres, ou seja, resolvem problemas imediatos de circulação mas causam transtornos individuais e coletivos. Micros e macros.

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1993: Centro Cultural da Romaria

A construção da Romaria é do início do século, salvo engano e, no começo dos anos 60, a pousada foi desativada e sua área vendida para um grupo empresarial que pretendia construir ali um hotel ou um conjunto habitacional.
Em 1966, o conjunto foi demolido, salvando-se apenas os pórticos de entrada e parte dos alicerces de pedra de uma das antigas alas.

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1991: Pavillhão Brasil para a EXPO92 Sevilha

O pavilhão, privilegiadamente localizado entre os espaços de Portugal e Santa Sé referências didáticas-, literalmente empacou. O que nos permite acrescentar à ignorância, à pobreza, à colonização, um outro: o Brasil ultimamente vem se transformando em alguma coisa vergonhosa.

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1991: Paço Municipal de Osasco

Projeto para o Concurso de Idéias para o Paço Municipal de Osasco, Composto por três blocos funcionais e um elemento simbólico (prédio administrativo, Auditório, Câmara Municipal e Marco).

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1990: Museu de Arte de Belo Horizonte

Pensar um Museu, depois que ele deixou de ser aquela instituição simplesmente depositária de obras de arte, para se transformar num centro irradiador de cultura, implica em exercício dos mais instigantes.

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1989: Edifício Sede do IAB-GO

Terreno de difícil solução física e legal, das relações com um futuro entorno edificado e não edificado, com áreas verdes próximas e solo geologicamente ruim, nos levaram a projetar níveis de uso múltiplo, com acessos possíveis e fáceis inclusive para deficientes físicos e que possibilitassem seu uso mesmo antes do término da obra.

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1987: Museu do Homem Americano

Um museu não é simplesmente um amontoado de peças e indicações sobre determinado assunto, espalhadas num determinado espaço físico, para visitação pública. A concepção do Museu do homem americano, a partir das propostas do grupo de cientista e pesquisadores que está a frente do projeto, reafirma esse pressuposto.

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1985/92: Rainha da Sucata

A “Rainha da sucata” não é uma inserção gratuita, apenas figurativa e provocativamente diferenciada. Ela é fruto de um estudo geral da Praça e seus edifícios (desenhos, fotos e maquetes) no que diz respeito à sua volumetria, elementos formais, massas e aberturas e possibilidades representativas dentro da história, critérios universais de inserção.

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